não sei que título dar a isto (março)

7 de março de 2014

Tudo é Vaidade, S. Jorge, Lisboa

IMG_5989

começou por ser estranho e acabou connosco em lágrimas. “aqui toda a gente tem um nome”. lembro-me do só me resta chorar e nós ali a tentar não o fazer, da festa que fiz porque “isto é xungaria!!”, da brutalidade que é a voz da ana moura, do gospel collective a emocionar toda a gente. saí de lá de coração apertadinho.

15 de março de 2014

Dead Combo, CCC, Caldas da Rainha

assim que saíram as datas da tour começámos a combinar bilhetes e jantares e boleias e sei lá que mais. dead combo na terrinha é coisa de se marcar na agenda e fazer os possíveis e impossíveis para ir às caldas nesse fim-de-semana. o orgulho que é ter, pela terceira vez, o maior auditório da minha terra esgotado para receber dead combo. é sempre especial. foi tremendo, mais uma vez. todas as vénias serão sempre poucas.

22 de março de 2014

Os Azeitonas, Santarém

concertos d’Os Azeitonas = mini-aventuras. são das minhas bandas favoritas e não os via desde agosto. era o primeiro concerto da tour deste ano e mesmo pertinho de casa. veio pessoal do porto, o pander foi intenso. fui feliz a ouvir finalmente a tonto, a showbizz e a lisboa não é hollywood ao vivo. ri muito com a ida ao palco da mary e da xará. p’ra não falar do que já tinha rido no pré-concerto e do que ri ainda pela noite fora. são os maiores.

28 de março de 2014

noiserv, FNAC Chiado, Lisboa

acho que fui de propósito para a baixa nessa noite. lembro-me que estava sozinha, que foram só cinco músicas e que quando cheguei já não tinha lugar sentado. valeu a pena, mesmo com alarmes de pc’s a chatear.

29 de março de 2014

Samuel Úria, Teatro-Cine, Torres Vedras

IMG_6090

“mãe, que tal ir aí passar o fim-de-semana?” “aqui? ai, o que é que há…?”. levar a minha mãe a ver samuel úria foi um bocadinho surreal. estava muito pouca gente, e notei a enorme diferença entre vê-lo em lisboa e vê-lo num sítio tipo torres, que apesar de ser perto de lisboa tem cerca de zero acontecimentos culturais por ano (vivi lá um ano, foi mau). de uma coisa nunca me esquecerei: a minha mãe cantarolando a senhor feijão. épico.

Advertisement

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s