An ongoing OST, Part II

Domingo, 13 de Outubro. Dia do maior e mais importante evento de Trieste: a Barcolana. Regata pelo Adriático fora, de Itália à Croácia. A partida é às 10h30 e há que subir à montanha para a ver. Trânsito cortado, linhas de autocarro trocadas, carros estacionados no meio da estrada. Ali em cima, onde ainda é Itália mas já se lê Esloveno em todo o lado, existem umas casas com vinho e comida local. Não é café nem restaurante, é “Osmiza”. A comida é cara e ninguém quer beber vinho às 10h da manhã de um Domingo (yep, nem os Espanhóis). Junta-se um pequeno grupo e dá-se um passeio pelas redondezas. A vista é bonita, mas sempre igual. Nisto está a chegar a hora do almoço e há que encontrar o autocarro. Polícia em todo o lado e paragens trocadas. Uma hora depois, finalmente um autocarro. Saímos na Oberdan e, ali à nossa frente, um buffet de comida asiática. All you can eat por 10€ sem bebida. Mesa para 13. Almoçamos sem perdão. Acabamos felizes e contentes, determinados a aproveitar o sol que nesse dia apareceu em todo o seu esplendor, depois de 3 dias sem nada dizer. “Sea side?”. Entre a confusão da feira da Barcolana e das centenas de pessoas que circulavam pela marginal, arranjamos um cantinho não invadido nem por humanos nem por barcos. Passei pelas brasas deitada à beira mar. Acordei com o sol a bater-me na cara. Aos meus ouvidos tocava isto.

Advertisement

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s